terça-feira, 9 de março de 2010

What?!




Tem uma lenda boba.Sei-lá.Quinhentos anos.É sobre um cara que fumava demais.Todos naquelaépoca viviam pouco e não faziam ideia de que fumar fazia mau.Então,esse sujeito comia cebola e fumava.Era habito dele picar a cebola,ensopar a coisa com vinho e devorar isso enquanto fumava.

apagar
Um dia passava proximo a sua cabana um velho mago.Sim,porque nesse tempo magos eram comuns,assim como bruxas e todas essas coisas maneiras que não existem mais.Então,o mago.Todos sabem como um mago se veste,mas esse não tinha o chapéu pontudo.Talvez por isso o homem com bafo de cebola e vinho não deu credito quando o mago se ofereceu pra fazer um exorcismo em troca de pouso.O mago não era lá muito assustador,era um velho ,que dizia ser mago.Mas até onde eu sei qualquer velho pode dizer isso e nem por isso de fato isso faz dele um mago certo.Por isso não culpo o homem.Que o mago fizesse crescer brotoejas nos pes do sujeito,ou transformasse o cachimbo dele em uma lagarta peluda,seria nojento e engraçado.Mas não.O mago continuou seu caminho e não falou mais nada.
Pensando no que aconteceu depois,acho o dito mago um tremendo filho da puta.Veja bem.Se você olha no nariz de alguém,e ve lá pendurado um baita "Tatu",você avisa?Eu aviso.Porra!Ninguém merece passear por ai com uma coisa dessas desavisado.O sacana do mago sabia que lá,na cama do homeme estava o pior e mais imundo súcubo da região,por isso se ofereceu pra exorcizar.Tudo o que pedira foi pouso,mas o pobre home sabia disso?Sabia do tamanho do tatu que tinha pendurado?Não.O coitado não sabia.E depois de fumar muito e comer a cebola que tanto gostava.Deitou-se,e dormiu pensando na manha seguinte,com mais cebola,mais vinho e tragos ,e talvez uma mulher bem gorda,filhos bons em qualquer coisa,mas principalmente no amanhã.E naquela noite sem o menor aviso foi devorado enquanto o mago tremia de frio sobre um velho carvalho...."

Eva



"Hoje eu quiz dizer


Perder a voz

Consumir um pouco mais de ti

Pra que?

Nada melhor do que nada

As tuas manchas no rosto

A medalha pendurada

Os sorrisos tortos no vão obscuro de teus andronicos lapsos

De aptidão pra me curar

Pra enlouquecer os falhos e pequenos mutantes estatelados na tela de teu monitor

O que querias era mais um motivo pra pensar errado

Lhe dei um monte de vertentes loucas sobre o fim do mundo

Não te apavores

Não conte até dez

Cuspa palavras e travesseiros

Para poder dormir

Pra poder acordar e voltar para o antigo repudio esquisito de seus vilões e serpentes...."

Ditado


"Marginal
Aberto com laços de alta conduta
Um semidouro de batalhas de silencio e aço
Cruzado,circuspecto,senil
As lembranças toscas amarradas com fitas no portão
Um milhão de sinos
Conversa fiada e interpostos febris sobre o pavimento imundo das ruas
Cambaleante e fetido
O homem
O animal
Tal como o mais pernicioso e vil dos insetos
Perambula baleado e indefeso sobre as calçadas enlameadas pela garoa lixo e sangue
Você me diria que o romantismo pressuposto foi consignado
Comparado a velhas e gordas pragas sobre a cabeça dos mais novos
Eu digo
Nada como um bom fracasso pra se tornar um merda
Depois de diretas
Concessões
Torturas
E vilanescas operações pela alma da patria
Tu me vendes
De maneira simploria e descarada
a alma do povo pela hedonista sensação de progressão
Um alto e terrivel custo
Inflamações
Pustulas
Vertentes incontrolaveis de miseria e conspiração
Sem medo
Rolando pelo espaço
A espera de ti
Ho Corruptor..."

Mural Diario



Pré-suposto

A arte de aninhar conceitos e fatos imaginarios baseados no

"Eu acho..."

Voce me diz,quieta e quente

Não mais

Quem mais com unhas e arranhoes faria tal bagunça

As cartas e misterios no teu olhar estão me matando

É algo só, abandono em concreto

Resmungos de antagonistas marmores

De marmotas mortas e entes sem elemento

Meu peso maior e ter de levantar depois de toda insegurança espalhada estapafurdia e inverossimel de teu ressentimento....

Sem teus abraços eu faço cantos em meus sonhos

Cada vez mais escuros e repletos de fotos e velhas e memorias a muito amuntuadas...'

Osteo Burn



Meu parecer é claro

É tão profunda a perda

Que as tristezas são molas nos pés

E as minhas mãos constroem

Enquanto os pés desmembram corpos de gesso e vidro

Todos sabem fingir ser do bem

Mas se conseguires olhar para os codigos e os toques de alguém mais manso

E me disseres

Não tem nada ali

Que é opaco

Que não brilha ou nos faz trascorrer futuros

Que os misterios de um toque

As maneiras de se dizer talvez

Quem sabe conter em si

Todos os amores guardados

Amar os percalços e momentos de silencio

Rimar com velhas canções

As pernoites

Os movimentos confusos das marés de teu animo

Se teu sorriso me iluminasse

E contornasse com maravilhas os mundos medonhos e constipados

Se tu gritaste "Aleluia"

E o meu pensar fosse só o deserto de lhe abraçar no vazio dos arremessos vagos possiveis....

Quieto calmo manso

Como um corpo de gesso e vidro...

Canil


o General com seus pedidos e protocolos

Olhava pateticamente o dormente

Dos losers era o madiocre

Um devaneio tosco da realidade

Contipava os maleaveis veiculos da insanidade

E comungava com televisores fora de sintonia

As luzes costumavam piscar ante ele

E seus poderes atingiam somente os caes

A maioria morava a sombra da sacada

Comiam as sobras que deixava cair todas as manhas sem sol....

O General comeu um naco da maça e deixou os restos envolta ao corpo inerte e desocupado...."



"Ele,o maior dos pesares

Caido leve como o vento em uma canção de amadores..."



Ao amigo que ontem veio e levou sombras embora......

Ciber Punk


" O poderoso dedo de Deus sobre nossas cabeças

Não se esqueça do guarda chuva e do majestoso bem de consumo purificador

Nossos pequenos macacos construtores fritam os microchuips

Nossas massagistas russas consomem o contador mecanico

Mossas montanhas queimam diante da fonte cruel de poderes

Você pode se desejar

Controlar meus pensamentos

Como fumaça radiante

Uma engrenagem biotica em meio as fibras e o colageno de teu rosto redondo...

Adiantaria os semidouros

Obeliscos e patamares prateados

Uma aurea construida de metal e vidro

Ossos queimariam por pouco mais que um sacrificio...."